quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Galileu e os bêbados...

Quando Galileu demonstrou que a Terra girava, já os bêbados sabiam disso há séculos...

O Joãozinho...

Sempre o Joãozinho...

Uma professora da 1ª classe, a testar a perspicácia dos seus pequenos alunos:

- 'Menino Luizinho! O que é que tem 4 patas, bigodes, anda em cima dos telhados, tem uma azeitona na boca e faz miau?'
- 'Com uma azeitona na boca? Não faço a mínima ideia, Sra. Professora!'
- 'Oh menino Luizinho, é um gato! A azeitona na boca é só para complicar!'

E a professora continua com o seu interrogatório:

- 'Menino Dioguinho! O que é que tem 2 patas, bico, penas, faz ninhos, tem óculos e faz 'piu-piu'?'
- 'Com óculos? Não faço a mínima ideia, Sra Professora!'
- 'Oh menino Dioguinho, é um passarinho! Os óculos são só para complicar!'

Não satisfeita com os resultados que estava a ter, perguntou ao resto da classe, se algum aluno tinha uma pergunta para lhe fazer, ao que o menino Joãozinho respondeu afirmativamente:

- 'Sra Professora! O que é que tem ponta redonda, estica e encolhe, tem duas bolas por baixo, tem a ponta vermelha e as mulheres gostam de pôr na boca?'
- 'MENINO Joãozinho! EU NÃO LHE ADMITO FALTA DE EDUCAÇÃO NA MINHA AULA! JÁ LÁ PARA FORA!'
- 'Calma, Sra Professora! É o baton! As bolas por baixo era só para complicar!'

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Passagem de ano 2008/09

Mais um ano mais uma passagem!!! Este ano foi calmo em termos de agitação nocturna mas fantástico no descanso!!!


Uma passagem de ano que envolveu 6 dias na maravilhosa Ilha do Mussulo! Faço inveja a muitos de vós com o bronze com que estou!


Estar numa casa no Mussulo e com uma temperatura de água fascinante, jamais irei esquecer estes dias...


Em seis dias de Mussuladas, não vos passa pela cabeça a quantidade de cerveja e outras bebidas assim como comidas que foram levando um forte arrombo!!!


Obrigado a quem esteve comigo pois foram proporcionados uns dias maravilhosos!

Kuduro - Sabiam que?

Kuduro é um género musical e de dança que surgiu em Angola. Actualmente, alargou as “fronteiras” e está muito presente também em áreas suburbanas de Lisboa. Aliás, existem muitas discotecas africanas em Lisboa quase todas elas de origem angolana. Ultrapassou fronteiras também para o Brasil, também nos suburbios da cidade do Rio de Janeiro e de Salvador. Teve uma forte influência de outros géneros musicais tais como o Kizomba, Semba e o Ragga.


Na generalidade das letras de kuduro, caracterizam-se pela sua simplicidade, humor e algumas também por crítica a Angola.


O kuduro surgiu primeiro como um género de dança e com o passar do tempo evoluiu para um género musical. Este estilo de música foi iniciado por Tony Amado na sua estadia nos Estados Unidos da América em contacto com DJ’s de Ragga.


É provavel que o nome Ku-Duru venha do quimbundo, e que quer dizer cú-duro ou bunda-dura, até mesmo pelo próprio estilo da dança em que se tem o quadril duro e jogo de pernas.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A prostituição em Luanda

Ora de seguida vou “postar” um excerto do jornal de Angola “Angonoticias” que relata o seguinte, um Marketing perfeito para as prostitutas ou um local ideal para a Polícia encontrar os que as procuram!!!


Esta notícia é vergonhosa ainda mais se analisarmos bem quem procura mais este mercado de prostituição!!! Como referido, dá para analisar pelas viaturas que passam à procura...


Claro está que sempre se resolve tudo e a Polícia bem a Polícia...


E eu pergunto, como acabar a prostituição no mundo?


Prostituição invade ruas da cidade Jornal de Angola


Durante semanas a fio andámos pelas ruas de Luanda, para percebermos o mundo das prostitutas. Nalgumas zonas, o visual das “meninas da vida desprevenida” atrai até o mais distraído dos homens. Noutras áreas a falta de higiene afugenta os clientes. As meninas menos higiénicas são encontradas junto à zona da Chicala, à entrada da Ilha de Luanda, na parte traseira da Fortaleza, e noutros pontos da Baixa da cidade.


Junto à discoteca Zorba e por trás do Hotel Turismo, às portas da discoteca D. Quixote, na Baixa da cidade, é possível encontrar as prostitutas mais caras, com roupa de “grife”, perfume de marca, sobretudo às sextas-feiras. Outro “ponto de encontro” é a discoteca W-Club (ex-Chiwawa), ao Miramar.


Os preços que as “prostitutas de luxo” praticam só assustam quem lida com a situação pela primeira vez. O preço de “uma rápida”, ronda os quatro mil kwanzas. As meninas só reduzem o preço, se ao cair da madrugada tiverem registado pouca clientela. Carros de quase todas as marcas e modelos, até dos mais caros, são vistos a altas horas da noite a circularem pela cidade à procura de prostitutas. O serviço de uma prostituta, por noite, pode custar até cem dólares.


A Polícia Nacional anda a “travar” o negócio nas ruas de Luanda, mas elas têm meios sofisticados para escapar dos agentes policiais.


Na noite de uma sexta-feira, junto à discoteca Palos, parámos a viatura, respondendo ao sinal de uma prostituta. Durante a conversa, Ana D. soltou uma carta importante do seu baralho de segredos: “se concordares, ficamos numa boa em minha casa e sempre que quiseres é só me ligar. Assim, evitas procurar gajas em vão”. E disse mais: “se quiseres um trabalho bem completo, incluindo strip tease, podemos negociar outro preço”.


Descobrimos que funciona um circuito de prostituição ao domicílio, e Ana D. está nesse circuito. Os aposentos são no Bairro Azul. A mobília é de qualidade. Ana disse que deixou de trabalhar há dois meses numa loja de roupas. Para “curtir” com um cliente durante uma noite, na sua casa, a jovem prostituta cobra 150 dólares. Revelou que nem sempre é possível cobrar tal preço, “tudo depende das circunstâncias”, frisou com um sorriso atraente.


Paula veste mini-saia preta e uma blusa da mesma cor. Tem cabelos longos e voz afectuosa: “se não és medroso podemos ir para minha casa, mas vais pagar 100 dólares”. Paula diz que “atende” nove clientes por dia, e ainda lhe sobra a noite para um “serviço especial”.


Mora no Bairro Mártires de Kifangondo e a casa tem uma decoração avermelhada e romântica. É tudo muito limpo e asseado. Põe um CD de Celine Dion e logo a seguir avança Bonga. Paula garante que a sua família não sabe da sua vida e nem sempre anda no “negócio”.


Tal como a Ana, Paula exige sempre aos clientes o preservativo: “não é qualquer um que trago a casa. Às vezes o coração dá um palpite que vale a pena e nunca me enganei ”.


A nossa reportagem registou casos semelhantes de prostitutas que praticam o serviço/negócio do sexo no domicílio, particularmente às sextas-feiras e sábados. Aos domingos, a maré é baixa e quase não aparecem clientes. (...)”


Citado por “angonoticias” em 06jan09

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A performance de Tatiana Durão no BBA


 A senhora da polícia de imigração que carimbou o meu passaporte perguntou-me logo: «o que é que pensas da vossa Tatiana Durão?»
Durante um périplo recente que fiz na África Oriental, toda a gente, até altos oficiais governamentais, queriam saber o que eu pensava desta participante do Big Brother África (Bba) que, sem dúvida, é hoje a figura angolana mais conhecida no continente africano.
Angola, muitos africanos andam a dizer, não tem só uma economia vibrante; a libido das suas meninas, como demonstrou Tatiana, é inigualável. Estamos aqui, claro, no mundo dos estereótipos; mas a ideia fundamental do Bba está mesmo baseada no princípio de que pondo concorrentes de vários países numa casa durante 90 dias demonstra, eventualmente, as especificidades do continente.

O que o Bba demonstrou claramente é que a juventude do continente africano tem muito em comum: isto é, ela é superficial, inculta e sem valores nenhuns. O Bba é um dos melhores exemplos do entorpecimento mental do continente africano.

Em certos jornais da África Oriental, Tatiana Durão é descrita como sendo branca. Há quem diga mesmo que ela não ganhou os 100 mil dólares por não ser negra. Vi algumas horas do Bba e conclui que Tatiana Durão, na verdade, é muito africana; os seus valores são mesmo típicos de muitas meninas africanas que vivem nas áreas urbanas e cujas cabecinhas andam cheias de pedacinhos da cultura popular americana. Essas meninas, que são altamente atrevidas e descaradas, não têm valores nenhuns. Alguns meses atrás, participei pela primeira vez, como instrutor, num curso de escrita criativa num país africano.

A ideia era misturar alunos americanos e africanos e ver se o intercâmbio poderia estimular uma certa criatividade. Tive quase dez alunos, na sua maioria moças; todas elas tinham só uma obsessão: como «pescar» um americano branco entre os estudantes.

O maior sonho dessas meninas era casar com um homem branco e ir viver na América. (Ironicamente, a aluna mais velha do grupo, com os seus quarenta e tal anos, que escrevia com muito lirismo e muita profundeza, é que, eventualmente, acabou por ir aos Estados Unidos para continuar os seus estudos literários).

As minhas alunas não sabiam o que é vergonha. Durante os intercâmbios com os alunos americanos, elas aproximavam-se dos homens com a agressividade característica das prostitutas de um bar qualquer. Só que esses homens não estavam minimamente interessados nelas. Muitos desses alunos achavam essas africanas altamente chatas, uma espécie de verme que os perseguia.

Como professor e mais-velho delas eu sentia-me altamente envergonhado e só me perguntava donde é que essas desgraçadas teriam vindo. Vários desses homens americanos eram homossexuais, outros estavam mais interessados nas alunas brancas que participavam nesse curso. Havia, também, um grupinho de poetas brancos americanos, de cabelos rastas, cujo sonho era apenas fumar a liamba mais potente do continente e observar o seu efeito literário.

A Tatiana Durão fez-me lembrar as minhas alunas. Primeiro, ela apaixonou-se pelo tanzaniano Richard, que é um homem casado. Vários analistas na África Oriental escreveram que o caso de Tatiana e Richard não escandalizou o continente assim tanto porque os «cornos», neste caso, eram brancos. Richard é casado com uma canadiana branca, enquanto Tatiana, segundo os jornais na África Oriental, era noiva de um sul-africano branco (bóer ou inglês?), suposto proprietário de casinos em várias partes do mundo.

Um comentarista ugandês até afirmou que o casamento de Richard com a sua branca não era válido porque ela não era, apenas, muito feia mas estava mais do que claro que o rapaz tinha casado com ela para obter os necessários papéis para poder ir ao Canadá. As brancas, segundo este comentarista, só serviam mesmo para isto.

O noivo de Tatiana era menosprezado como um branco típico que, não obstante o seu dinheiro, tinha um grande deficit lá onde conta mais: é que diz-se que Richard, que foi visto nu por várias vezes neste programa, tem um órgão genital gigantesco; a nossa Tatiana não podia, de forma nenhuma, resistir. Sim, caros leitores, estamos aqui num mundo altamente sórdido e vil. No Uganda, o jornal Red Pepper publicou fotos de Tatiana a lavar os seus órgãos mais privados.

Há tanta coisa no Bba que é tão ofensiva que eu não lamentaria se este programa fosse mesmo banido. O programa que deveria celebrar a cultura africana degenerou numa reles competição fálica. (Um outro participante do Malawi que se apaixonou e namorou com uma moça ugandesa na casa tinha, também, uma mulher branca fora que até estava bem grávida!) E a relação (era namoro?) entre Tatiana e Richard atingiu mesmo proporções pornográficas.

Claro que vários segmentos da juventude do continente africano foram gostando do espectáculo. Muitos desses jovens, que passavam horas a ver várias obscenidades do Bba, cresceram com telediscos da música popular negra norte-americana, nas quais o gangster, como sempre, cheio de dinheiro e joalharia, está ou a conduzir uma viatura caríssima ou então na cama com uma equivalente da Tatiana Durão.

Também é claro que hoje, por toda a África, a pornografia encontra-se em todo lado. A Tatiana e as suas colegas, na casa do Bba, ficavam tão bêbadas que perdiam o senso da razoabilidade. (Fala-se, até, deste tal Richard, com a sua bengala genital, ter tirado proveito de uma das participantes que estava altamente embriagada).

Infelizmente, este tipo de comportamento é, hoje, muito comum no continente africano. Um outro aspecto tão marcante nessas meninas, as Tatianas, é a arrogância; muitas delas confundem, até, a atracção sexual, que é altamente efémera, com inteligência. Tatiana Durão é uma grande vergonha para a nação angolana; nela eu não vi a nossa mulher que é, ainda, tão digna e consegue comportar-se com muito nível e elegância.

Uma participante no Bba passado, cujo nome é Cherise Makabale, que é oriunda da Zâmbia, passou a ser uma fonte de tanto orgulho para o seu país que lhe foi dada um passaporte diplomático. Sei que houve gente que vibrou com a performance (vergonhosa, diga-se) de Tatiana. Cá para mim, esta gente se calhar até tem-na como uma apta «embaixadora» de Angola na Convenção Internacional das Prostitutas, em Las Vegas.

Publicado em "http://www.uaue.co.ao"

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Cobrador (quase) implacável

Depois de todo o meu percurso profissional adquiri mais um!!!


Cobrador (quase) implacável!!!


É isso mesmo!!! Agora ando atrás de quem me deve dinheiro!


Aqui segue a "lista" do que me é devido e o ponto de situação:

.
  1. Quase a recuperar da empresa onde trabalhei e que adiantei dinheiro e até agora... nada...
  2. Quase a recuperar da empresa actual com envolvência da África do Sul...
  3. Quase a recuperar das vendas de artigos que trouxe de fora que ainda não apareceu, nem as pessoas nem o dinheiro...
  4. Quase a recuperar o dinheiro de coisas que me pediram para trazer e que depois me pagavam... há-de ser um dia certamente...
  5. Quase a recuperar empréstimos a amigos e até agora... também nada...


Como certamente repararam que sou QUASE implacável!!! Tenho tudo para recuperar e ainda não recuperei nada!!!


O tempo da Dona Branca já acabou!!! Os bancos também estão em crise! Também tenho direito a receber o que me pertence! E não ando a cobrar juros pela antiguidade! Mas, infelizmente, pagamento é quase que como uma luz ao fundo do tunel mas quando estou a chegar lá ou aparece uma nuvem que tira a claridade ou alguém o tapa!!!


Bom!!! Uma coisa sei que nunca morre pois nunca ninguém assistiu ao seu funeral!!! A esperança!!!


E já que estamos quase a chegar ao Natal, pode ser que tenha umas prendinhas na minha conta ou na mão...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Feliz Natal

É Natal! É Natal! Muitas prendinhas a vir!!!
É Natal! É Natal! É tempo de estar a sorrir!!!


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

E continuo sem luz e água...

O problema da luz parece que me vai acompanhar mais um tempo e por arrastamento sem água!!!


Tou minado de geradores por todo o lado!!! Já tenho medo de ir fumar um cigarro em qualquer lugar fora do apartamento (sim, não fumo dentro de casa)!


Se vou fora da porta tenho o meu vizinho com um gerador a gasolina, vou à varanda está dum outro vizinho também a gasolina!!!! Só o meu é que é a Diesel e logo aí não é tão perigoso!!!


Neste momento é um acumular de “baterias em sintonia” com os sons dos geradores que é de loucos!!!


Enfim... Angola...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A electricidade e a agua em Luanda

Sem LUZ e água no meu prédio!!!!!!!!!!!!!!!!


Sim!!! Foi-se!!!


Porquê?


Irreal num país normal!!! Básico em Angola!!!


Ora vivo num prédio que tem 5 andares e provavelmente 4 apartamentos por piso mais as “casinhas” de arrecadação em cada piso que também são habitadas!!!


O que aconteceu?


Corte de luz no prédio!!! Das redondezas, é um dos poucos prédios que não tem luz!


Porquê?


Alguns condóminos (moradores do prédio) não pagaram à EDEL (Empresa de Electricidade de Luanda) as suas facturas relacionadas com o seu apartamento!!!


Consequência?


Ora... Muito mais fácil do que cortar a luz aqueles que não pagam é o quê? Cortar a luz do prédio inteiro!!!! Assim funciona as “cabeçinhas” dos piquetes da EDEL!!! E agora que culpa têm aqueles que pagam para aqueles que não pagam?


Não havendo luz, no meu caso e de mais alguns, também não há água! A electrobomba que puxa a água para os andares não funciona não havendo luz (básico né!!! Nada de novo aqui...)


Solução?


Gerador a funcionar desde 2ª feira! Tenho sempre que andar a comprar gasóleo para o mesmo e carregar os bidons por 5 andares!!! Agora tenho que começar a carregar bidons de água também para encher o tanque em casa pois acabou a água de reserva!!! Será que acham que os moradores estão a engordar para o mês natalício? Obrigado EDEL e EPAL!!! Assim vou conseguir manter a linha!!!


Consequência da solução?


Enfrentar a fila nas bombas de combustível para atestar... bidons!!! E só algumas bombas é que aceitam encher bidons... Da próxima vez vou levar o gerador a uma bomba normal para atestar!!! Será adequado?


Recorrer a pessoas que tenham luz e água para encher bidons de água para de seguida encher o tanque!!! Vou-me manter na linha!!!


Expectiva EDEL e minha?


Estamos no mês das festas, o Natal se aproxima e todos merecemos extras!!! Alguns porque se esforçaram para tal outros por este género de tentativas!!! A expectativa dos piquetes da EDEL é que sejam chamados para repor a luz no prédio inteiro! Mesmo depois de tudo estar pago!!! E com a deslocação lá é exigida a tão falada e conhecida “GASOSA” para repor uma coisa que nada mais é que a obrigação deles!!!


A minha expectativa!!! Desculpem a expressão mas... no meu prédio existem apenas dois pulas e esta situação já aconteceu no mês passado! Foi resolvido pelo meu conterrâneo que teve que pagar a “GASOSA” aos piquetes da EDEL!!! Ora pagou para reporem a luz beneficiando os que pagam e os que não pagam!!! Será que no prédio estão a espera que isso volte a acontecer? Bom!!! Eu tenho gerador, se não houver luz mantenho-me safo!!! Vamos aguardar!!!